"1924-2014. La RAI racconta l'Italia"
Elisabetta Castiglioni
TESTO IN ITALIANO   (Texto em portugûes)


Novant’anni di radio e sessanta di televisione rappresentano per la RAI un’ottima occasione per mostrare il suo percorso socio-culturale e tecnologico, all’interno dell’Italia e del suo immaginario collettivo. E così  da gennaio a marzo 2014, il pubblico ha potuto ammirare negli spazi del Complesso del Vittoriano di Roma, l’esposizione “1924-2014. La Rai racconta l’Italia”, che ad aprile è stata trasferita alla Triennale di Milano. Vi rimarrà fino al 30 giugno 2014.

La mostra, che gode dell’Alto Patronato del Presidente della Repubblica Italiana e di vari Enti pubblici, è stata curata da Costanza Esclapon (Direttore Comunicazione e Relazioni Esterne della Rai), Alessandro Nicosia (Presidente di Comunicare Organizzando) e Barbara Scaramucci (Direttore di Rai Teche) che hanno avuto il non facile compito di operare una mastodontica selezione tra i programmi cult prodotti dall’azienda. Si è così scelto di dividere per capitoli e aree tematiche le sezioni, affidando ogni capitolo ad un testimonial d’eccezione: Andrea Camilleri (Cultura), Piero Angela (Scienza), Bruno Vespa (Politica), Arnaldo Plateroti (Economia),  Sergio Zavoli (Storia dell’Informazione), Piero Badaloni (Società), Emilio Ravel (Spettacolo ) e Bruno Pizzul (Sport).

Una sezione a parte – quasi una mostra dentro la mostra – è il meticoloso allestimento curato da Marcello Sorgi e dedicato alla storia della Radio narrata mediante la voce dei protagonisti ed alcuni materiali inediti, un itinerario interattivo dove il visitatore, attraverso specifiche postazioni tematiche, ha la possibilità di ripercorrere una selezione dei migliori programmi radiofonici.

Dall’uccellino che segnava il segnale orario a bozzetti originali disegnati per celebri trasmissioni di entertainment, dalle ricostruzioni dello studio televisivo fino alle dimostrazioni tecnologiche su cui sta attualmente lavorando la RAI per il futuro, l’esposizione si dipana in una moltitudine di spazi la cui architettura naturale sembra accogliere al meglio gli schemi strutturali concepiti, dotando ogni segmento tematico di appositi video (espressi sia su proiettore che su piccolo schermo), sonori e presentazioni in scala reale degli stessi curatori, sempre integrati da importanti opere pittoriche dedicati al mezzo e all’azienda firmate da artisti del calibro di Carrà, Vedova, Guttuso, Vespignani, Casorati, Turcato, Scialoja, Maccari, De Chirico, Monachesi e molti altri.

Di particolare suggestione è l’entrata dell’esposizione, consacrata ad alcuni dei costumi indossati da famose showgirl o anchorman ed ancora incredibilmente attuali, creati e cuciti  nelle loro complessità visive da sarti famosi e duplicati nella visione dei rispettivi filmati d’epoca accuratamente montati.
Un momento importante della nostra rivoluzione culturale che dura da decenni, quello operato da mamma Rai e tuttora in perenne trasformazione. 
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Elisabetta Castiglioni Dottore di ricerca nelle discipline dello spettacolo e giornalista presso alcune testate italiane specializzate in cultura, è titolare dal 2001 di un'Agenzia di Comunicazione intitolata a suo nome. Tra i principali eventi seguiti, il ROMA WINE FESTIVAL, la rassegna di musica SUONA FRANCESE, il TRASTEVERE NOIR FESTIVAL , il Centenario di Vinicius de Moraes all'Auditorium Parco della Musica e alcune mostre di arte contemporanea per conto dell'Ambasciata del Brasile in Italia.
 
 
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TEXTO EM PORTUGÛES   (Testo in italiano)

"1924-2014. A RAI contando a Itália"
por
Elisabetta Castiglioni


                                                                   

Noventa anos de rádio e sessenta anos de televisão se constituem como uma excelente oportunidade para a RAI-RADIOTELEVISIONE ITALIANA mostrar ao público sua trajetoria sócio-cultural e tecnológica na Itália e no imaginário coletivo. Por isso em Roma foi inaugurada  a exposição "1924-2014. La RAI racconta l'Italia" (A RAI contando a Itália), (janeiro-março de 2014), no espaço do monumento Vittoriano. A expo segue para a Triennale, em Milão, onde permanecerà até dia 30 de junho de 2014..

Conta com o patrocínio do Presidente da República Italiana e com vários organismos públicos.Tem curadoria de Costanza Esclapon (Diretor de Comunicações e Relações Externas da RAI), Alessandro Nicosia (Presidente da Comunicare Organizzando ) e Barbara Scaramucci (Diretor de Rai Teche ), que teve a difícil tarefa de organizar uma enorme seleção entre os programas produzidos pela empresa. Portanto, decidiu de dividir a expó em capítulos e seções temáticas, oferecendo, em cada capítulo, um depoimento dos seguintes personagens-testemunhos: Andrea Camilleri (Cultura), Piero Angela (Ciência) , Bruno Vespa ( Política ), Arnaldo Plateroti (Economia), Sergio Zavoli (História da Informação), Piero Badaloni (Sociedade) , Emilio Ravel (Entretenimento) e Bruno Pizzul (Esporte) .

Uma seção a parte  - quase um show dentro do show - é a pontual instalação concebida por Marcello Sorgi e dedicada à história da Rádio. Narrada pela voz de personagens famosos e utilizando material inédito, esta se apresenta como um itinerário interativo onde o visitante pode ouvir alguns dos melhores programas radiofónicos. Objetos e momentos de uma longa viagem artistica estão aqui representados: entre eles, destacamos o canto do passarinho que indicava o horário exato, os esboços originais desenhados para programas de entretenimento, reconstruções da tecnologia da televisão, instrumentos refinados que estão sendo aperfecionados hoje em dia dentro da RAI visando o futuro.  

A exposição se compõe de aréas  multiplas, cuja arquitetura natural parece bem acolher os esquemas estruturais. Cada segmento temático oferece vídeos especiais, visiveis através de projetores ou de pequenas telas. Tudo isso è enriquecido graças às pinturas sobre a RAI , assinadas por importantes pintores do século XX quais Carrà, Vedova, Guttuso, Vespignani, Casorati, Turcato, Scialoja, Maccari, De Chirico, Monachesi e muitos outros.

De grande charme è a própria entrada da exposição, onde se podem admirar algumas lindas roupas de cena, utilizadas ​​por famosas showgirl ou apresentadores. Continuam sendo incrivelmente atuais e vêm sendo mostrados em sua complexidade visual também em imagens de filmes de época. Se assiste à reconstrução de uma época muito importante pela revolução cultural, revolução que durou varias décadas, durante as quais a RAI- Radiotelevisione Italiana desenvolveu no Pais um papel fundamental e em constante transformação.


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Traduzione di E.C. e A.R.R.
Elisabetta Castiglioni. PhD em "Disciplinas e Artes do Espetáculo" e jornalista para várias revistas especializadas em cultura italiana. E' proprietária desde 2001 de uma Agência de comunicação que leva seu nome. Dentro dos principais eventos, fez assessoria de imprensa para a Festa do Vinho ROMA , o Festival de música "Suona francese", o Festival Noir em Trastevere, o Centenario de Vinicius de Moraes no Auditorium Parco della Musica de Roma e algumas exposições de arte contemporânea, por conta da Embaixada do Brasil na Itália.